Se você tem obesidade e não tem conseguido emagrecer nos últimos dois anos com a ajuda de dietas e medicamentos, este pode ser o momento de cogitar a cirurgia bariátrica.

A grande variedade de técnicas cirúrgicas que surgiram nos últimos anos permitiu que mais pacientes tivessem acesso ao procedimento. Hoje, o Conselho Federal de Medicina (CFM) recomenda a cirurgia para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 35, associado a pelo menos uma das 21 comorbidades listadas. Também podem realizar o tratamento pacientes com IMC maior ou igual a 30 e relação com a síndrome metabólica.

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Essa cirurgia auxilia no emagrecimento de até 70% do peso inicial, assim como na melhora ou remissão de diversas doenças agravadas pelo excesso de peso. A Síndrome de Ovário Policístico, comum em casos de disfunção menstrual, tem 100% das consequências revertidas. Já problemas relacionados à Apnéia do Sono tem 63%, enquanto o Diabetes tipo 2 tem de 82% a 98% de chance de cura. 

Cada modalidade de tratamento corresponde a um perfil específico de paciente, o que faz com que as indicações dependam de exames clínicos, histórico de tratamento e perspectivas do resultado. As técnicas menos invasivas utilizadas atualmente são Sleeve Gástrico, Bypass Gástrico e Gastroplastia Endoscópica.

Quer saber mais sobre cada uma delas? Aqui vai uma rápida explicação sobre os procedimentos:

Sleeve Gástrico

Bypass Gástrico

Gastroplastia Endoscópica

É importante reforçar que a cirurgia bariátrica deve ser acompanhada de mudanças na alimentação e uma vida mais ativa. Portanto, inicie o mais breve possível seu acompanhamento com a equipe multidisciplinar e esteja ciente da nova rotina a ser seguida.

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